Ines Benou

1952-1956 Museu de Arte de SP formação artes plásticas e historia da arte com Profs. Novelli, Renina Katz, Waldemar da Costa, Flavio Motta, Lazar Segall, Bardi; Museu de Arte Moderna curso com W. Pfeiffer.
1956-1957 St. Martin’s School of Art Londres
1957-1958 Ecole Nationale Superieure de Beaux-Arts, Paris; Atelier Friedlander.
1965-1970 Pratt Center for Contemporary Printmaking New York; School of Visual Arts NY; Morley College;Camden Arts Center;Watford Technical College Londres
 
EXPOSIÇÕES:
 
1968 Associated American Artists Galleries NY.
1969 Camden Arts Center Print Exhibition Hampstead Artist’s Council Londres
1970 A Galeria SP; Embaixada Brasileira Londres (Individuais); Twelve Brazilian Contemp. Artists University of Liverpool; Hampstead Artist’s Council,Camden Arts Center; Morley Gallery; Lumley Cazallet Londres; Salão de Arte Contemp. Paulista MASP
1971 Everyman Foyer Hampstead Londres (Individual); Royal Academy Summer Exhibition Londres; Feira da Gravura A
Galeria SP.
1972 Erica Bourne Gallery Londres (Individual);Instituto Brasil Estados Unidos RJ; Royal Academy Summer Exhibition Londres; 3rd British International Biennale-Bradford; Brasil Plastica 72 Fundação Bienal SP; Nugrasp 2a Exposição Intl de Gravura Museu de Arte Moderna SP; Galeria Balaia Individual-Albufeira Algarve, Portugal
1973 The Royal Society Painter Etchers Engravers Print Exhibit (91st)Londres;
1974 Galeria Guimar SP(Individual); 3rd Intrnl.Graphic Exhibition Frechen Alemanha;The Royal Society Painter Etchers Engravers Print Exhibit (92nd) Londres; Collective Artistes Brèsiliens Montreaux Suiça; Bienal Nacional SP
1976 4rth Intrnl Graphic Exhibition Frechen Alemanha
1983 Individuais: Museu de Arte SP; Itaú Galeria SP
6a Bienal de Grabado Latinoamericano S Juan Porto Rico
1984 Individual:Galeria SESC Paulista
1989 Denver Cooperative Arts Center EUA 1°prémio
1993 Exposição de Xilo e Calcogravuras Fund. Mokiti Okada SP
1999 Cent. Universit. Maria Antonia USP AAPC Colagem; Cultura Inglesa AAPC Colagem
2000 Espaço Cultural Banespa Paulista AAPC SP
2001 Individual: Galeria A Hebraica Exposição de Gravuras Tridimensionais SP
Casa Int. Patrimonio Historico de SP III Salão Internacional Petit Format
2003 Centro Brasileiro Britanico SP
2005 Individual: Centro Brasileiro-Britânico SP
2008 Individual: Espaço Cultural Rudolf Steiner SP
2010/11 Lugar Pantemporâneo:Autorretratos; Asas, SP
2011/12 Up Art Prédio Histórico Correios SP; Espaço Cultural
Planalto Pequenas Grandes Obras
 
“Suas gravuras sensíveis transmitem a impressão de sinceros e claros alvos artísticos, definindo alta qualidade.” – Dolf Rieser, D.S.C.R.E. 3.8. 1970 – Exposição da Embaixada do Brasil – Londres (tradução)
 
“A exposição de gravuras confirma nossa apreciação da competência técnica de Inês Benou, assim como sua expressão altamente pessoal. Nestas gravuras se sente a linguagem baseada na sua origem brasileira e expandida pelos contatos com artistas da Europa.” – Michael Webber Arts Review 22.5.1971 – London (tradução)
 
“Entre tantos excelentes gravadores nestes dias, a obra de Inês Benou se destaca pelas qualidades especiais da cor, textura e design. “City by Moonlight” é um dos inúmeros trabalhos que mostram um amplo grau de sentimento da linha incisiva mostrada aqui até um gestual largo e extenso em outros” – Michael Webber – Arts Review 25.3.1972(tradução)
 
“Ines muitas vezes se servia de signos que nunca eram ornamentais más eram criados sempre em função de sua visão artística. Este é o caso de sua gravura “prata” que foi selecionada na Royal Academy em Londres. … Encontramos um exemplo bem claro na gravura “danos da natureza” profundamente envolvida como ser humano com os problemas da humanidade… Inês Benou não é hoje mais uma promessa e sim uma figura de primeiro plano da gravura brasileira.” – Lisetta Levi – A.I.C.A. 27.03.1974
 
“Inês Benou artista profundamente preocupada com o ser humano, tentando encontra-lo nas suas expressões visuais, da cidade ao totem. Inês é uma arqueóloga da forma, no sentido da busca do humano entre as suas manifestações diversas, que os meios de comunicação colocam a nossa disposição nos dias de hoje”. – Jacob Klintowitz – Jornal da Tarde 5.4.1974 – São Paulo
 
“Esta minha antiga aluna, Inês, como tantas outras, apresenta sua atividade demonstrando engenhosidade e, o que mais se deve ter em conta, persistência no operar. Suas exaltações de imagens convencem, valendo os meios “proibidos” ao gravador clássico.” – Pietro Maria Bardi -2.3.1983 – convite da exposição do Museu de Arte de São Paulo.
 
“Inês Benou caracteriza, acima de tudo, uma artista sensível. A expositora consegue criar atmosferas límpidas nas estruturas e nas cores”. – Ivo Zanini – Folha de São Paulo 11.3.1983
 
“Inês sempre mantém em todos os seus meios de expressão a sua linguagem pessoal… O impacto da emoção é muito direto, mas a emoção é sempre dominada por uma técnica apuradíssima. Esta é uma exposição vibrante e criativa que, apesar da sua variedade técnica e temática, conserva a sua unidade, porque irradia, através de cada obra a personalidade da artista”.- Lisetta Levi- Membro da A.I.C.A. Catálogo da Exposição SESC – 6.6.1984
 
“As gravuras, colagens, aquarelas e pinturas de Inês Benou apresentam seqüenciais exercícios de uma sensibilidade voltada para a integração da cor, da textura e da forma …Nas obras mais recentes projetam-se, suspensas, algumas partes da base gravada, criando, sob a inflexão da luz, sombras que interagem no todo…” – Carlos Soulié do Amaral – ABCA – AICA – 12.2005
 
“Os trabalhos de Inês têm uma dimensão lúdica justamente por terem como um de seus principais aspectos nas diversas maneiras de mesclar técnicas. Assim, tanto as gravuras como as aquarelas ganham a interferência de colagens para gerar novos efeitos visuais, que mesclam o ludismo com o domínio técnico… A progressiva economia de recursos prova como a arte se faz a partir do domínio de dois elementos essenciais: a forma e a cor…” – Oscar D’Ambrosio – 01.2006 .
 
“As gravuras de Inês Benou são fruto de um direcionamento assumido há anos pela artista… As gravuras de números III e XIII da série “Cósmica”, doadas ao Museu de Arte do Parlamento de São Paulo, são resultado de uma sensibilidade intrínseca repleta de lirismo.” – Emanuel von Lauenstein Massarani – 02.2008.